O Linfoma Não Hodgkin faz parte de um grupo de doenças linfoproliferativas, neoplásicas malignas que originam-se da proliferação anormal de células linfoides. Mais frequentemente ocorre aumento anormal de gânglios (adenomegalia) que podem surgir em qualquer parte do organismo.

Sinais e Sintomas
O paciente com linfoma não Hodgkin pode notar o aumento ganglionar (principalmente em regiões como pescoço, axilas ou virilhas) ou pode apresentar sintomas decorrentes da compressão de órgãos pelos gânglios aumentados (tosse por compressão de vias respiratórias). Pode haver sintomas de febre, sudorese noturna e emagrecimento.

Qual profissional procurar
Hematologistas especializados.

Detecção precoce
Atenção para o aparecimento de gânglios (caroços) no pescoço , axila e região inguinal ; atenção com sudorese noturna e perda de peso sem causa aparente.

Diagnóstico
O diagnóstico do linfoma não Hodgkin é feito a partir da biópsia ganglionar e é imperativa a realização do estadiamento clínico (verificação da extensão da doença no organismo). Existem diversos subtipos de linfoma não Hodgkin, alguns de crescimento lento, com sintomas discretos, enquanto outros podem surgir rapidamente e provocar sintomatologia exacerbada.

Tratamento
A terapia para linfoma não Hodgkin é diferenciada para cada um dos subtipos do linfoma e a escolha deve levar em consideração o tipo histológico, o estadiamento clínico, dados prognósticos, idade, entre outros. Pode-se realizar desde o seguimento clínico sem drogas ou tratamentos mais agressivos com quimioterapia. O transplante de medula óssea autólogo é utilizado em casos de recaída dos linfomas e como parte do tratamento inicial em alguns subtipos.

Informações: Dr. Roberto Luis da Silva

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