O IBCC Oncologia prioriza a melhor experiência para o seu paciente. Logo após o diagnóstico, o médico irá discutir com o paciente as alternativas de tratamento. Tudo vai depender do tipo de tumor, da localização, do estágio da doença, do estado geral da saúde da pessoa a ser cuidada e dos possíveis efeitos colaterais. 

Confira abaixo os tratamentos oferecidos pelo IBCC Oncologia:

A braquiterapia é o tratamento radioterápico aplicado internamente, ou seja, ele pode ser temporário ou permanente na forma de sementes implantadas dentro do tumor, ou através de moldes ou cateteres que conduzem o material radioativo de forma temporária.
A vantagem da braquiterapia é que esse tratamento possibilita que se empregue uma dose mais alta, em curto espaço de tempo e em volume de tecido pequeno. Isso resulta em poucos efeitos nos tecidos vizinhos, já que o alcance da radiação é muito reduzido. O implante é colocado sob anestesia local e em algumas situações com sedação.

A cirurgia de alta qualidade em oncologia tem papel essencial no tratamento, já que 90% dos pacientes com câncer requerem o procedimento em algum momento, sendo a cirurgia a melhor opção para até 95% dos casos de câncer localizado. O cuidado indevido neste momento pode reduzir as chances de cura do paciente. Tem tido atuação crescente e tem vivência no tratamento das metástases e no cuidado de complicações durante tratamentos de quimioterapia ou radioterapia, nestes cenários a indicação da cirurgia deve ser sempre criteriosa. Outra atuação relevante pelo domínio do conhecimento de oncogenética é quando indicar cirurgias profiláticas para portadores de síndromes hereditárias de predisposição ao câncer.

No IBCC oferecemos para nossos pacientes profissionais com esta formação no Grupo de Cirurgia Oncológica e em outras especialidades.

A hormonioterapia é o tratamento com medicamentos que inibem a atividade de hormônios que possam interferir no crescimento de um tumor.

O câncer de mama e o de próstata são tumores que estão correlacionados com os nossos hormônios; portanto, se utilizarmos inibidores de hormônio, ou mesmo hormônios que competem entre si, podemos alcançar o controle da doença.

A hormonioterapia geralmente é por via oral, fácil de ser administrada e com poucos efeitos colaterais. Pode ser empregada apenas como tratamento complementar ou também com finalidade paliativa.

É uma modalidade de terapêutica com mecanismo de ação e, portanto, com efeitos colaterais completamente diferentes da quimioterapia.

Alguns tipos de câncer têm a habilidade de “enganar” as células de defesa, desta forma, tornam-se invisíveis ao sistema imunológico. Com a imunoterapia é estimulado o sistema de defesa do paciente que, naturalmente, combate infecções, para que reconheça e venha também a destruir as células tumorais. É possível observar benefícios desse tratamento a longo prazo. Em diversos estudos clínicos, participantes que atingiram resposta completa se mantêm sem sinais de doença por período não atingido anteriormente com a quimioterapia isolada.

A imunoterapia já é utilizada de forma rotineira na nossa prática clínica no IBCC Oncologia, o que permite atingir maior controle de doença com o uso desta estratégia quando comparado a tratamentos com quimioterapia e radioterapia convencionais.

A iodoterapia, terapia com iodo radioativo, é usada no controle de tumores na glândula tireoide. O objetivo deste tratamento, que combate às células cancerígenas presentes na tireoide, é destruir as funções das células comprometidas que ainda restaram após a cirurgia (tireoidectomia).

O tratamento do câncer inclui o uso de drogas quimioterápicas para cura ou controle da doença. Essas drogas em geral são administradas por via oral ou infusão através de uma veia do braço para para através da circulação atingirem as células tumorais. O IBCC também oferece uma opção de administração dessas drogas diretamente no tumor através de uma método chamado Quimioembolização Transarterial. Por esse método a medicação é entregue diretamente no vaso que faz a nutrição arterial do câncer e em seguida, promovemos a oclusão desse vaso para também causar uma dupla ação local, quimioterapia e isquêmica. Alguns tipos de tumor são extremamente favoráveis a esse tipo de técnica, mais precisa e menos toxica

Tipo de tratamento que utiliza medicamentos que destroem as células doentes que estão formando o tumor. A medicação utilizada se mistura com o sangue e é levada para várias partes do corpo impedindo que as células doentes se expandam para outras partes do corpo.

Tipos de quimioterapia:
• Intravenosa: aplicada na veia por meio de cateter.
• Via Oral: administrada por meio de comprimidos.

A radioembolização hepática é um tipo de radioterapia intra-arterial e seletiva que, ao contrário da convencional, entrega a radiação, por técnicas de cateterismo diretamente nas células doentes, com maior poder de penetração e assertividade e menor dano aos tecidos saudáveis adjacentes. É um tratamento importante no combate ao câncer hepático e pode ser aplicado sozinho ou em associação aos métodos convencionais de quimioterapia sistêmica.

Na radioterapia do IBCC Oncologia os pacientes são submetidos à tratamentos por meio dos mais modernos equipamentos disponíveis para a especialidade. Quatro aceleradores lineares atendem a demanda do Hospital. O acelerador linear planeja o tratamento de forma a emitir radiação apenas nas células doentes, preservando as saudáveis.

O Transplante de Medula Óssea é cada vez mais alternativa para o tratamento de várias doenças hematológicas, oncológicas e imunológicas.

O IBCC Oncologia realiza qualquer tipo de transplante: autólogo (também conhecido como autotransplante, quando as células progenitoras provêm do próprio paciente); alogênico (células progenitoras provêm de doadores aparentados e não-aparentados) e singênico (células progenitoras provêm de gêmeos idênticos – univitelinos).

A escolha pelo tipo de transplante depende da doença a ser combatida, assim, há casos em que o TMO autólogo é adequado, mas há outras em que só há a opção de se utilizar a medula saudável de um doador, principalmente nos casos de leucemia.

Os avanços mais importantes vêm sendo relacionados ao suporte às infecções e esquemas quimioterápicos ajustados à idade e condições clínicas dos pacientes. O grande obstáculo para realização de TMO alogênico era que apenas 30% dos pacientes possuíam doadores compatíveis e podiam se beneficiar deste tratamento. Nos últimos anos a maior contribuição para o aumento destes procedimentos, foi o desenvolvimento da técnica do transplante aparentado com doador parcialmente compatível, o transplante haploidêntico.

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